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Não
é a-tôa que a pinha ou ata também é conhecida como
fruta-do-conde. Parente da graviola e nativa das Antilhas, a fruta
desembarcou no porto de Salvador em 1626, trazida por
Diogo Luis de Oliveira, o conde Miranda, que acabava de ser nomeado
governador-geral. Comê-la dá um certo trabalho, mas vale a pena: a
fruta-do-conde é rica em potássio e vitaminas C e do
complexo B e por isso é indicada em casos de desnutrição.
Já a medicina natural atribui às
folhas, propriedades digestivas,
diuréticas, laxativas, anti-reumáticas e cicatrizantes.
| Fonte: Folha de
S.Paulo - Equilíbrio - 19.04.2001 |
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