|
Ela tem uma
coloração intensa e é bem suculenta e se diferencia pelo sabor mais
forte e levemente adocicado e embora o Brasil seja um dos maiores
exportadores ( toda a produção tem destino certo: os países
europeus), por aqui, seu consumo ainda é novidade. É uma carne
diferenciada da que estamos habituados, mas dependendo do corte, não
difere tanto da bovina. Não provêm de cavalos criados para o
abate, provêm de fazendas e sítios onde são usados no pastoreio. Ao
chegarem a uma idade mais avançada, são comprados pelos frigoríficos
( o abate de animais de hípica foi proibido para evitar problemas
com resíduos de remédios e anabolizantes ). Para ser comercializada,
a carne precisa ter o SIF (Serviço de Inspeção Federal) selo do
Ministério da Agricultura que garante a sua qualidade. Rica em
ferro, é recomendadas aos anêmicos, porém dependendo do corte, o
quilo custa mais que a bovina. De sabor agradável, o melhor jeito de
degustá-la pela primeira vez - se a intenção for notar bem a
diferença de gosto em relação à bovina - é em preparo crus, como o
steak tartar, um carpaccio ou um sashimi.
|