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Chamar
o semáforo de “farol”;
Dizer
“bolacha” em vez de biscoito;
Dizer
“meu” pra todo mundo e achar que é normal;
Dizer
“mina” em vez de menina e “bexiga”
em vez de balão;
Dizer
“sorvete” tanto para picolé como para sorvete de massa;
Achar
que não tem sotaque nenhum;
Rir
do sotaque de todo mundo ( carioca, mineiro, gaúcho, português, etc...)
achando que todos deveriam falar como ele;
Ver
uma pessoa mal vestida e chamar de “baiano”;
Sempre
falar das condições do tempo para puxar conversa com alguém;
Enfrentar
o sol, a chuva, o frio, o calor, tudo no mesmo dia e achar legal;
Sair
pela manhã todo agasalhado, e tirar tudo até o final do dia;
O
paulistano tem mania de lavar e polir o carro aos sábados, domingos ou
feriados (o carro fica brilhando) só que todas as vezes que sai para
passear, chove!!!
Falar
que vai “pra praia” sem
especificar qual;
Ficar
uma “temporada” no Guarujá,
Maresias ou Ubatuba mesmo que chova muito mais do que faça sol;
Fazer
fila pra tudo ( ônibus, mercado, padaria, banheiro, elevador, metrô,
etc);
Olhar
as pessoas como se fossem de outro planeta;
Cumprimentar
o vizinho de anos com "oi" e "tchau";
Perguntar
a todos os universitários se são estudantes da USP;
Esperar
a semana inteira pelo final de semana... e quando chega, acaba não
fazendo nada;
Andar
com o bolso cheio de papéis de bala
até encontrar uma lixeira;
Convidar:
“ passa lá em casa” mas nunca dá o endereço;
Chamar
o povo do interior de São Paulo de "caipira";
Dizer
que a cidade não é mais a mesma por causa da invasão dos nordestinos;
Comer
pastel e caldo de cana nas feiras livres;
Eleger
o “chops” como a
bebida preferida e a pizza ( sem catchup) o alimento básico dos sábados;
Pegar
o ônibus todo santo dia no mesmo horário e não cumprimentar o motorista
e nem o cobrador ( que também
são sempre os
mesmos);
Rir
de si mesmo ao saber que tudo o que foi citado acima é a mais pura
verdade!
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